Propor um olhar sistémico para a relação entre os povos e as nações para reestabelecer a ordem, o direito a pertencer e o equilíbrio.

Denunciar e revelar as lealdades inconscientes e resgatar as dores do passado, olhando para os processos de guerra, escravidão, colonização e racismo.

Ampliar a consciência do Ser Humano para um novo olhar, para uma nova compreensão, para um novo paradigma de ação: do Medo ao Amor, da Dualidade para a Unidade. Curar as feridas ainda abertas do passado.

O português é a 6ª língua mais falada no mundo. Prevê-se que até 2050, a população de língua oficial portuguesa aumentará em mais de 100.000.000, cerca de 335.000.000 de pessoas. Atualmente é a 5ª língua mais utilizada na internet, 3ª no Twitter.

No passado, estima-se que cerca de 11 a 12 milhões de africanos foram levados de África para as Américas durante o período colonial. Dos quais perto de 10%, morreram no mar (cerca de 1 milhão de Almas). Aproximadamente 5.5 milhões de negros foram escravizados no Brasil, foram cometidos atrocidades e genocídio contra os povos indígenas que já habitavam as américas.

Vítimas e algozes clamam por serem olhados e reconhecidos. Esta dor está nas células de todos os descendentes e é espiada diariamente através das suas vidas. Hoje sabemos pela epigenética, pela física quântica e pela abordagem sistémica que “as Experiências do passado são também experiências do presente” e que “o que fica reprimido provoca vazios existenciais na Vida dos descendentes”.

Numa época em que estamos a assistir ao emergir deste corpo de dor coletivo e ao extremar de posições e radicalismos, sugerimos um olhar interno para as histórias e vivências dos nossos antepassados para que a nossa Alma possa entender, honrar e libertar-se, assumindo o seu papel individual neste drama psicosistémico e a sua responsabilidade na mudança de consciência coletiva. Curar as dores acumuladas para que no futuro não haja resquícios nos relacionamentos dos papeis de vítima ou agressor, colonizado ou colonizador, patrão ou servo para que possamos caminhar para uma humanidade consciente e alcançarmos a possibilidade de escolher a via do Amor e da Cura.

Tomar esta consciência, sem pudores, sem censuras, sem julgamentos anacrónicos do passado, faz-nos olhar para o futuro e a partir desse entendimento e do reconhecimento da dignidade e do preço pago por tantas vidas humanas, pela destruição de culturas com sabedoria milenar e pelo desrespeito dos territórios, permitirmo-nos reverter esse olhar, honrando, dignificando todo o passado, compreendendo que a ignorância e a cegueira não nos permitiram fazer melhor. E, a partir desse novo lugar de pacificação, de honra, de dignidade e restabelecimento do lugar de cada Ser Humano, de cada Vida, de cada Povo, de cada Cultura, de cada Nação, de cada Território, integrar e permitir que o Amor retorne ao seu lugar no centro de nos próprios e o essencial desse sopro de Vida se mostra para que TODOS nós nos sintamos merecedores da Vida que recebemos.

Oradores
especialistas na área.
EUA

Dan Cohen e Emily Blefeld

[Povos, Nações e Territórios]
EUA

Francesca Mason Boring

[ Povos, Nações e Territórios]
PORTUGAL

Joaquim Parra Marujo 

[ Povos, Nações e Territórios]
ÁFRICA DO SUL

Lindiwe Mthembu-Salter

[ Povos, Nações e Territórios]
Portugal

Maria Gorjão Henriques

[Relacionamentos Amorosos; Povos, Nações e Territórios]
ÁFRICA DO SUL

Tanja Meyburgh

[ Povos, Nações e Territórios]