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A Força do Pai (Paulo Pimont Berndt)

Paulo Pimont Berndt

 

Se reconectar com a Força do PAI, é ter um MASCULINO saudável

 

Nesta semana do Pai, escolhemos Paulo Pimont Berndt para honrarmos a figura masculina que nos deu a Vida.

(somos 50% pai e 50% mãe)

Quem acompanha o trabalho deste palestrante do congresso, sabe do seu contributo nesta tomada de consciência da Força do PAI.

 

Nas suas partilhas enquanto Pai, e no seu trabalho com o masculino, há mais de 15 anos, ele realça a característica que mais ouve por parte dos homens, a respeito dos seus Pais. “A AUSÊNCIA”!

 

“ A ausência é a grande ferida que nós homens carregamos em relação ao Pai. Na verdade, nós humanidade.”

 

Para este especialista em Terapia Familiar, o movimento de afastamento do Pai começou em meados do século XX, quando “ocorreu na europa e na América do Norte, uma mudança maciça. O Pai estava trabalhando, mas o filho não podia vê-lo trabalhar” (Bly, R. em João de Ferro).

 

No seu artigo “A Força do Pai”, Pimont afirma basear o seu trabalho neste autor, e faz a seguinte reflexão: “O patriarcado é uma estrutura interessante e complexa. Porque, na verdade, o patriarcado tem, em sua essência, o matriarcado. Pois, quem passa a maior parte do tempo fora, trabalhando para prover a família, que passa menos tempo com os filhos, é o Pai. Quem comanda a casa, educa os filhos e está perto durante toda a formação psíquica da criança é a Mãe.”

 

COMO AMAR O PAI?

“Digo uma coisa: amar ao Pai não é uma escolha. Todos nós temos um amor intrínseco ao nosso Pai que muitas vezes não reconhecemos. Nós temos uma carência interna dessa conexão, consciente ou não.“

 

“A mulher sai do corpo de uma mulher para se tornar uma mulher. O homem sai do corpo de uma mulher para se tornar uma outra coisa. Que outra coisa é essa? Então ele vê o Pai. Mas, muitos não veem o Pai! E nós vivemos numa sociedade doente, nesse sentido, da ausência do Pai. “

 

Esta ausência associada ao patriarcado e matriarcado leva Paulo Pimont Berndt, mais uma vez,  a citar Robert Bly, “O Pai leva pra casa hoje, geralmente, o humor irritadiço, consequência de sua impotência e do desespero misturado com a vergonha e o torpor há muito existente dentro desse homem. Peculiaridades aos que odeiam o seu trabalho.”

 

E ao constatar um pouco da sua realidade familiar, ele levanta mais algumas questões:

Você é homem e é Pai e tem o trabalho que ama? Você, homem ou mulher, teve um pai apaixonado pelo seu trabalho? Que chegava em casa empolgado pelo que ele tinha feito no trabalho? Contando as proezas daquilo que ele havia vivenciado lá no trabalho? São poucos os que se enquadram nesta realidade, normalmente o pai só traz stress.”

 

Refletir sobre estas questões faz-nos emergir na possibilidade de que, quando os filhos crescem com o Pai a dedicar horas e horas ao seu trabalho, inconscientemente, possam crescer com a sensação de que o Pai gosta mais do seu trabalho de que deles, e “nesse momento abre-se um buraco no coração desse menino”. (P. Pimont)

 

COMO RESGATAR A FORÇA DO PAI?

As características masculinas de um homem e de uma mulher fluem com naturalidade e saúde, quando eu tenho o fluir dessa energia, a que eu chamo de sagrado masculino.

 

Paulo Pimont Berndt diz que a maior parte do homens vive nesta luta interna, para ser o oposto dos Pais, e chega a associar a criminalidade a esta “ferida”, comum entre os rapazes não iniciados pelos mais velhos (Pais), mas entre si. “para se desenvolver um homem saudável, é necessária essa referência do mundo dos mais velhos. O Pai é a referência, a autoridade.”

 

A quantidade de histórias, vivências e terapias que assistiu, permitem-lhe reforçar esta ferida, mas mais do que isso, constatar que, independentemente do tipo de pai, da ausência ou presença, esta é uma jornada que exige reconhecimento. Pois, não há Pais ausentes.

 

Não importa o que ele fez ou o que ele não fez, não existe outro homem que deu mais do que ele. Porque ele,  junto com a sua mãe te deram a vida. E esse é o bem maior.”

 

E esta é a forma de nos conectarmos com a força do Pai! Ir até á conceção, e ver que temos o Pai que merecemos.

 

A força dos nossos Pais está em superar as feridas que eles carregavam. Essa é a nossa força também. Se reconectar com a força do Pai é ter um masculino saudável. É saber a hora de ser forte e ser um guerreiro, de estabelecer um propósito.

Sem essa conexão com o Pai, não existe masculino saudável”. (Paulo Pimont Berndt)

 

Pode ver aqui a live de Maria Gorjão Henriques com Paulo Pimont, sobre o tema Relacionamentos Amorosos.

 

 

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