Jaqueline Cherulli

BIOGRAFIA

Mestranda em Filosofia pela Unisinos. Pós-graduada em Constelações aplicadas ao Direito Sistêmico pela Hellinger Schule, Hellinger Sciencia, Innovare. Especialização em Poder Judiciário – MBA – pela Fundação Getúlio Vargas – FGV – Extensão em Constelações Estruturais e Sistêmicas pela SySt® . Extensão em Constelações Organizacionais pela Hellinger®schule. Precursora da Lei 13.058/2014 – (Guarda Compartilhada) – e autora do texto que justificou o projeto de lei que alterou o Código Civil Brasileiro. Oradora em inúmeros congressos nacionais e internacionais, sobre guarda compartilhada, alienação parental, direito sistêmico, visão sistêmica do direito e a aplicação da justiça sistêmica no Poder Judicário. Idealizadora da Cartilha da Guarda Compartilhada e da Cartilha “Não se esconda, denuncie!”, informando crianças, adolescentes e familiares acerca do bullying e das violências psicológicas, físicas e emocionais, ambas publicadas e distribuídas pelo Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso. Autora do prefácio da primeira obra publicada sobre Direito Sistêmico no Brasil (2017).

Artigos, entrevistas e material para download: www.cienciasistemica.com.br .

Possui graduação em Direito pela Faculdade de Direito Rio-pretense (1987). Juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (1998). Titular da 3ª Vara de Família da Comarca de Várzea Grande. Formada em mediação (CNJ), coach sistêmico integrativo (AICIS), criadora e coordenadora das Oficinas de Direito Sistêmico do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (2015). Docente da Faculdade Católica de Cuiabá e do Instituto OCA. Possui formação em Justiça Restaurativa pela Escola Nacional da Magistratura – ENM (2016). Participante do Workshop na AJURIS com Kay Pranis – 2017. Extensão no Zerh Institute for Restaurative Justice – Harrisonburg – USA. Integrante do NUGJUR-MT (Núcleo Geral da Justiça Restaurativa). Professora de cursos ministrados nas Escolas da Magistratura do Estado de Rondônia- EMERON, do Estado do Ceará – ESMEC, Estado de Mato Grosso – ESMAGIS; na Universidade de Caxias do Sul – UCS e CELP. Extensão em Formação de Formadores – FOFO, junto à ENFAM – Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Criadora do curso “Virando a Chave da Comunicação- CNV (Comunicação Não Violenta)” e de materiais sistêmicos (painéis, frases e círculos) utilizados nas Oficinas presenciais e “on line”, palestras, nos Worshops de prática sistêmica e na ambientação dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania – CEJUSCS_MT. Formadora dos Cursos credenciados na ENFAM em Justiça Restaurativa e Comunicação Não Violenta (presencial e EAD).

 

WORKSHOP

UMA VISÃO SISTÊMICA NO ÂMBITO DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO

Ter consciência sistêmica permite que se possa adotar, a partir de uma perspectiva em que se olha para o todo, uma postura que conduza para a análise das situações e relações de uma forma ampla, conectada e humanizada. Estou no Poder Judiciário há pouco mais de 22 anos e atuo na área de família há 17 anos. Mas foi somente em agosto de 2015, que eu propus trabalhar no Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso com o Direito Sistêmico — expressão que passou a ser inserida e registrada no ordenamento jurídico brasileiro, por meio do juiz do Tribunal de Justiça da Bahia, Sami Storch, que introduziu as reflexões de Hellinger no âmbito do Poder Judiciário brasileiro, passando a fazer uso dos ensinamentos do filósofo para fundamentar sua compreensão e atuação em busca do direito e da justiça a todos. O que começou como um projeto tímido, mas audaz, hoje representa um programa voltado para as questões processuais em que os trabalhos são realizados nos processos em 1º grau e também em grau de recurso no TJMT.

Esse programa foi se adequando e durante a pandemia da covid-19 resultou nas “Vivências Integrativas Sistêmicas”, projeto que desenvolvi a partir do conhecimento e troca de experiências adquiridas sobre os ensinamentos hellingerianos e por meio do qual se prepara para atuação também nas questões pré-processuais do PTJMT (Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso).

A adoção de práticas pautadas na ciência filosófica de Bert Hellinger, permite uma atuação voltada para a redução das demandas e da litigiosidade no Poder Judiciário por meio de movimentos integrativos e de abordagens que buscam a pacificação, ao mesmo tempo em que, os litígios que ali se inserirem, signifiquem em um aumento no percentual de resolução em decorrência da conciliação pré‑processual ou processual.

Ao abordar a questão “sistêmica”, advinda da ciência de Hellinger, busca-se apresentar umavisão, que pressupõe a percepção das interações entre as partes para a composição do todo. Trata-se de reconhecer a existência de sistemas organizados hierarquicamente que, em cada nível de complexidade, possui propriedades que não podem ser compreendidas em sua plenitude se só forem levadas em consideração as propriedades exibidas em isolamento umas das outras, posto que, em cada nível, o todo sempre será mais do que a soma de suas partes, entendimento esse também representado nos estudos de R. Sheldrake.

Nesse sentido, a Justiça Sistêmica, à luz da concepção hellingeriana, dialoga com o Sistema Multiportas disponibilizado pelo PTJMT, já que possui inserida em seu âmago “um modo Não Formal de agir a que denominamos postura. Daí a chave fundamental da Justiça Sistêmica: o Direito e a Lei fornecem o-que-fazer. Já os princípios sistêmicos e sua postura articulam o como-fazer – a postura.” (OLIVEIRA JUNIOR, s.d.)[1], mostrando-se como uma abordagem fundamentada e amparada na lei, que possibilita a adoção de dinâmicas que acessem o que existe por trás do conflito das pessoas que buscam o Judiciário, promovendo, dessa forma, a conciliação e solução agregadas a um resultado reconciliador e pacificador e, para além dos índices e metas institucionais, uma verdadeira reconciliação do ser consigo mesmo.

Tais habilidades — associadas ao saber fazer — desenvolvidas dentro das concepções de Hellinger, me levaram a adotar uma postura que não julga, que não “fabrica” soluções, que não deseja salvar ninguém, mas que se dispõe a um olhar sobre cada indivíduo e seu destino, com respeito. Ouvir cada história sem pretensão de realizar intervenções. Lidar com os conflitos que se apresentam mediante uma observação isenta, em que, se torna possível identificar o sentimento, a necessidade não atendida do indivíduo e, com isso, traz luz ao pedido implícito, e dele a visão isenta de julgamento, que a tudo acolhe e nada exclui.

Desta constatação, desenvolve-se a escuta ativa; aceita-se a necessidade expressada e olha-se para a pessoa e para sua necessidade e, a partir desse estágio, pode-se ser contribuição, mostrando ao outro uma nova forma de “olhar” para a questão e com isso facilitar um caminho que pode levar a um resultado pacificador para as partes envolvidas, visto que por meio do empreender a ciência hellingeriana, com postura (Justiça Sistêmica), no campo do Direito Sistêmico, se torna possível que cada caso seja direcionado ao método mais adequado para a sua solução.

 A relevância de eventos que atuem na divulgação dessa visão sistêmica no âmbito judicial permite que se leve aos exercitores do direito uma nova forma de compreender os fatores que transcendem as relações entre aqueles que participam do processo, uma vez que conhecer esses diferencias auxilia a encontrar uma solução mais efetiva para as controvérsias, ao mesmo tempo em que libera as partes para retomarem e seguirem na vida.

[1] Disponível em: https://www.justicasistemica.com.br/cap-ebook-novo-olhar-para-a-resolucao-de-conflitos/. Acesso em: 15 jul. 2020.

PALESTRA

Mª Luz Godoy Ruiz

BIOGRAFIA

Nascida em Madrid, é a Fundadora e Diretora do Centro Murcia Nadir.

Trabalha como Advogada de Família e menores há mais de 20 anos. Coordenadora e Mediadora Parental, Bacharel em Psicologia e Psicoterapeuta pela FEAP.

Membro Titular e Psicoterapeuta da AECFS (Associação Espanhola de Constelações Familiares e Sistémicas).

Entra no mundo da Psicoterapia convencida da necessidade de uma abordagem multidisciplinar na solução dos conflitos e abusos familiares, a serviço da paz, da inclusão e da reconciliação.

Formações: Psicoterapia Gestalt (EIDOS), Psicoterapia Integrativa (Programa SAT de Claudio Naranjo), Terapia de Contenção (Prekop Institute, México), Constelações Familiares (CUDEC, México, Centro Bert Hellinger da Argentina, Hellinger Sciencia), Psicoterapia Clínica Integrativa e Bioenergética (IPETG-Alicante), Constelações Organizacionais e Coaching Sistêmico, culminando sua formação com o Bacharelado em Psicologia pelas Universidades de Murcia e pela Universidade Multicultural CUDEC do México.

Integra no seu centro profissionais das áreas jurídica e psicológica, que promovem técnicas de resolução pacífica de conflitos como a Mediação e Constelações Sistémicas.

O seu crescente interesse e confiança na importância da metodologia sistémica levou-o a aproximá-la de diferentes grupos profissionais da área jurídica e médica, tendo desenvolvido trabalhos de investigação em ambas.

É pioneira, em Murcia, na aplicação do Direito Sistémico e das Constelações Legais, desde 2012.

WORKSHOP

Sami Storch

BIOGRAFIA

Graduado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP)

Autor da expressão “Direito Sistémico” e do blog com o mesmo nome.

Recebeu prémios do Tribunal de Justiça da Bahia e do Conselho Nacional de Justiça pela inovação na prática das constelações familiares e aplicação das ordens sistémicas descobertas por Bert Hellinger na condução dos processos, obtendo alto índice de conciliações e soluções sistémicas harmonizadoras em diversas áreas.

Dá palestras e cursos no Brasil e no exterior. Docente da Escola Hellinger (Alemanha) e coordenador académico da Pós-Graduação em Direito Sistémico pela Hellingerschule/Faculdade Innovare.

Formador credenciado da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM).

Pesquisador associado da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT).

PALESTRA

Fábio Rodrigues Lima

BIOGRAFIA

Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, Palestrante, Professor

Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo.

Membro Articulador do Pólo Irradiador de Cultura de Paz e Convivência Humanitária de São José dos Campos, São Paulo.

Coordenador do Projeto sobre Drogas “Comarca Terapêutica”.

Palestrante e professor, com cursos de pós-graduação, extensão e de capacitação em dezenas de instituições nacionais e estrangeiras, em diversas áreas do Direito e em diversas tecnologias de cultura de paz, como Constelação Familiar, Movimentos Essenciais, Justiça Restaurativa, Mediação de Conflitos, Comunicação Não Violenta, Drogas e Dependência Química, Gerenciamento de Projetos Sociais, Políticas Públicas, Renascimento, Respiração Consciente e Inteligência Emocional, entre outras práticas integrativas complementares.

PALESTRA

Fernando Cattelan Cordeiro

BIOGRAFIA

  • Advogado em São Paulo, licenciado em Direito pela Universidade de São Paulo (1999) com inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil.
  • Licenciado também em Relações Internacionais, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999).
  • Mestre em Ciências Sociais (Relações Internacionais), pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2004).
  • Pós-Graduado em Direito Sistémico pela Hellinger Schule / Faculdade Innovare (2018).
  • Pós-Graduando em Constelações Familiares pela Hellinger Schule / Faculdade Innovare.
  • É desde 2017, Presidente da Comissão de Direito Sistémico na Ordem dos Advogados do Brasil/São Paulo – Subseção do Tatuapé.
  • Foi coorganizador do I Encontro de Direito Sistémico na Faculdade de Direito de Lisboa em 2018 e do I curso de direito sistémico facilitado pelo Juiz Sami Storch, em 2019, em Portugal.
  • Palestrante em universidades brasileiras e em eventos de direito sistémico na OAB Brasil e desde 2018 que facilita workshops de direito sistémico nos dois países, Brasil e Portugal.

PALESTRA

A prática da advocacia à luz do direito sistémico

Atualmente, temos observado que muitos advogados têm se sentido insatisfeitos com o seu trabalho e com a visão que a sociedade tem em relação ao seu papel de gestor de conflitos.

A rotina diária do profissional é stressante: tribunais que não conseguem dar conta das demandas que a cada dia surgem aos milhares e clientes que exigem uma resposta rápida a sua demanda. E o advogado, acreditando não poder atender satisfatoriamente aos casos, padece com constantes frustrações e enfermidades.

Neste mesmo contexto, por diversas vezes, fica evidente que uma sentença judicial não põe fim ao conflito, já que é comum o cliente retornar ao escritório para que sejam propostas novas demandas que possuem conexão com a contenda inicial, mesmo depois de ter o seu pedido inicial satisfeito.

Assim, um dos possíveis caminhos que pode ser adotado pelos advogados é adotar um olhar sistémico perante o conflito, que possibilita o seu cliente a pôr um fim definitivo à demanda.

O advogado pode se valer do direito sistémico que segundo a definição do seu criador, o juiz brasileiro Sami Storch, é a análise do Direito sob uma perspectiva baseada na abordagem de cunho filosófico de Bert Hellinger, que conduz os seus clientes a uma solução e que traz paz e equilíbrio para todo o sistema, seja familiar, organizacional ou qualquer outro sistema pelo qual pertencem. Nesse sentido, o direito sistémico não é um novo ramo do direito, mas sim, abre um caminho para que o jurista possa ter um olhar sistémico não somente para qualquer área do direito.

Faço, por conseguinte, um convite a todos para participarem da conferência “A prática da advocacia à luz do Direito Sistémico”, em que trilharemos as possibilidades que estes profissionais do Direito têm de trabalhar para conduzir os seus clientes a novas possibilidades de solucionarem as suas questões neste campo.

Nídia Brito da Costa

BIOGRAFIA

Nídia Brito da Costa, licenciada em Direito pela Universidade Católica de Lisboa em 1994, pós-graduada em Direito Administrativo pela Universidade Lusíada em 1995, Jurista no Conselho Português para os Refugiados e exercício da advocacia até 1999. Ingressa como coordenadora do departamento de Responsabilidade Civil da Gerling (Hannover-Gerling) de 1999 até 2004, data em que começa a trabalhar como diretora do departamento de responsabilidade civil na Aig (American Insurance Group) de 2004 a 2016. Fez o curso de facilitadora de Constelações Familiares no Espaço Psi (2012-2014) facilitado por Paula Matos e em 2016-2017 o curso de facilitador de Constelações Familiares pela EDT, facilitado pelo formador José Miguel Silva, tendo participado, em vários workshops e jornadas de constelações familiares (nomeadamente no Camp Hellinger), é  facilitadora de Constelações Familiares desde 2014. Desde Janeiro de 2018 que pesquisa e aprende sobre Direito Sistémico, explorando a aplicação da filosofia Hellingeriana ao direito, tendo coorganizado o I Encontro de Direito Sistémico na Faculdade de Direito de Lisboa e o I Curso de Direito Sistémico facilitado pelo Juiz Sami Storch, em Portugal. Participa com o Advogado Fernando Cordeiro, pós-graduado e especialista em Direito Sistémico na facilitação de workshops de direito sistémico em Portugal. Desde 2018, é Coach certificada ICF e exerce consultadoria na empresa Innovarisk.

PALESTRA

Workshop direito Sistémico


O objetivo deste workshop é apresentar o conceito de Direito sistémico e dar ao participante noções básicas da filosofia das Constelações Familiares segundo Bert Hellinger e formas da aplicação (pelos vários profissionais) ao direito e à resolução de conflitos em geral, de forma a ver como pode ganhar competências adicionais para um desenvolvimento da sua atividade mais eficaz para todos e mais pacifico.

O participante terá noções básicas sobre as leis sistémicas aplicadas aos relacionamentos e sistemas, quais os efeitos pessoais e profissionais da sua observância e inobservância e em que consiste, muito resumidamente a postura sistémica.

Serão dados exemplos e exercícios práticos para iniciantes e possíveis em duas horas de workshop que despertam este novo olhar e postura sistémica e sua aplicação ao campo jurídico extrajudicial e judicial.

O treino diário, aprofundamento  e um olhar inclusivo desde o seu lugar como profissional, para o seu cliente, para o conflito, traz força e autonomia tanto ao profissional como aos seus clientes, desde a responsabilidade de cada um e abertura a novas soluções que advêm da nova visão e postura sistémica.

Público-alvo:
juízes, procuradores, advogados, solicitadores, funcionários judiciais, funcionários de estabelecimentos prisionais, conciliadores, mediadores e todos aqueles profissionais que trabalham com resolução de conflitos no seu dia-a-dia nos varias lugares.

Leonor Monteiro

BIOGRAFIA

· Licenciatura em Psicologia pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, 1995.
· Exercício de Psicoterapia, desde 1995 com crianças, adolescentes e adultos, em clínica privada, Centro de Saúde, Hospital, IPSS, e atualmente no seu consultório em Sintra.
· Especializações atribuídas pela Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP):
o Gerais: Psicologia Clínica e da Saúde, Psicologia do trabalho/Social e Organizações,
o Avançadas: Psicologia da Justiça, Psicogerontologia e Psicoterapia.
· Formações de várias metodologias complementares, como cromoterapia, bioenergética, medicina vibracional, em Espanha e Portugal, desde 1998.
· Orientação de estágios de Psicologia; Lecionou Psicologia, organização de congressos, participação em várias investigações desde a faculdade designadamente sobre o divórcio, e publicação /participação em artigos.
· Foi Técnica Superior os quadros do Instituto para o Desenvolvimento Social (IDS I.P.) e no ISS I.P. (Instituto da Segurança Social nos Serviços Centrais e Serviço Local de Sintra), entre outubro de 2000 e janeiro de 2017.
· Formadora (ISCE, Universidade Lusófona …) áreas da Psicologia e outras terapias, desde 1998.
· Consteladora familiar desde 2012, realiza sessões individuais e de – grupos workshops e cursos.
· Realizou, entre 2009 e 2014, integrada no ISS. I.P., assessoria técnica interna especializada a Tribunal em Matéria Tutelar Cível (designadamente na Regulação do Exercício das Responsabilidades Parentais).
· Realizou a partir de 2017, também assessoria externa ao Tribunal, experiência na qual iniciou, a par da psicoterapia, a implementação, em Portugal da abordagem das constelações Familiares, inicialmente no Juízo de Família e Menores de Mafra, posteriormente no Barreiro. interveio também em processos solicitados pelo Juízo de FM da Comarca de Lisboa.
· Organizou e realizou o primeiro workshop de constelações familiares com pais e mães de processos que acompanhava em Audição técnica especializada (ATE), no Tribunal – Comarca da (Juízo de Família e Menores) em Mafra Junho de 2018 e posteriormente no Barreiro.

Email: leonor.s.monteiro@gmail.com

Contacto: (+351) 96 680 66 66

Site: www.leonormonteiro.com

PALESTRA

“Ao Serviço da Vida – A aplicação da clínica ao tribunal das Constelações Familiares”

A participação no Congresso, visa partilhar reflexão e algum resultado do trabalho como psicóloga, formadora e fundamentalmente como consteladora, não só em clínica e grupos supra referido. Assim, a apresentação mais do que sobre aspetos teóricos ou vivenciais será focada na experiência da implementação em Tribunal, em Portugal das Constelações Familiares.

Nesta palestra, que se integra numa mesa com Magistrados e outros interventores da área da Justiça, será ainda possível responder a questões, que me sejam dirigidas.

Vanessa Aufiero da Rocha

BIOGRAFIA

  • Juíza de Direito Titular da 2ª Vara da Família e Sucessões da Comarca de São Vicente.
  • Coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de São Vicente.
  • Treinada em Mediação pelo New York Center for Interpersonal Development/NYCID – Staten Island – NY – USA.
  • Idealizadora, Organizadora e Instrutora das Oficinas de Parentalidade e Divórcio junto ao Conselho Nacional de Justiça.
  • Pós-Graduada em Mediação e Intervenções Sistémicas pela PUC-SP – BRASIL.
  • Pós-Graduada em Direito Sistémico.

PALESTRA

JUSTIÇA SISTÉMICA: TRANSFORMANDO CONFLITOS, RELACIONAMENTOS E VIDAS.

A visão da justiça com uma mera aplicadora da lei não tem sido capaz de responder aos problemas mais essenciais da humanidade, especialmente nesse cenário pós-moderno, que assiste a tantas mudanças paradigmáticas na forma de perceber o mundo. Qual seria então a função da Justiça? A justiça não é apenas uma aplicadora da lei, mas também uma importante protagonista da cultura de paz, que enxerga o conflito como uma oportunidade de transmutação qualitativa das relações humanas. E como tal, ela rompe padrões e desenvolve formas criativas para a propagação da paz, inclusive valendo-se de outros saberes, como o pensamento sistémico e a Filosofia de Bert Hellinger, que lhe permitem ampliar o olhar sobre o conflito, perceber as dinâmicas sistémicas ocultas e demais fatores que o geram, e aborda-lo com um viés transformativo em detrimento de um viés meramente retrospetivo. Ao fazê-lo, a justiça inspira e estimula as pessoas a desenvolverem o autoconhecimento e a agirem com autorresponsabilidade, respeito, empatia e colaboração, concretiza o seu objetivo precípuo e coloca-se a serviço da paz e da evolução humana.

WORKSHOP

NOVOS PARADIGMAS SISTÉMICOS NA GESTÃO DE CONFLITOS: É NECESSÁRIO INTERNALIZAR PARA IRRADIAR.

Ninguém pode dar o que não tem. Portanto, para gerir adequadamente o conflito alheio é necessário aprimorar o autoconhecimento e os recursos internos. Por meio de exercícios e vivências sistémicas, este workshop visa a convidar os alunos a refletirem sobre as leis sistémicas que movem cada um em suas decisões e comportamentos para uma melhor compreensão de si e do outro; a necessidade de ampliar o olhar sobre o conflito, percebendo as dinâmicas sistémicas ocultas que o geram e abordando-o com um viés transformativo em detrimento de um viés meramente retrospetivo; a necessidade de agir com empatia sistémica na gestão dos conflitos; a necessidade de ampliar a potencialidade para novas formas de conhecimento e trabalho. Sendo assim, o workshop visa a nutrir um novo modelo de Justiça, que aborda o conflito de forma sistémica e interdisciplinar, conduzindo os alunos a uma nova consciência jurídica, pautada nos ensinamentos de Bert Hellinger e no pensamento sistémico, despertando-os para uma transformação pessoal e profissional.

Joaquim Manuel da Silva

BIOGRAFIA

Licenciado em Filosofia (1981-1985), e em Direito (1991-1996). Mestre em Ciência Jurídicas-Civilísticas, aprovado no dia 1-2-2016. Dissertação: A Família das Crianças da Separação dos Pais: A Guarda Compartilhada, o Conflito e o Abandono Parental. Trabalhou entre 1980 e 1998 na multinacional alemã, Hoechst Portuguesa, SA, da área química e farmacêutica, tendo estado os últimos 10 anos nos Recursos Humanos, Chefe de Serviços. Professor do Ensino secundário, disciplina de filosofia, nos anos de 1990-1991. Advogado entre 1997-1999. Juiz de direito desde 1999, e desde setembro de 2005 na área especializada de Família e Menores, colocado desde 1-1-2017 no Juízo de Família e Menores de Mafra, Comarca de Lisboa Oeste. Orador nos últimos 6 anos em conferências, particularmente nas áreas Tutelar Educativa, Promoção e Proteção e das Responsabilidades Parentais, designadamente sobre a guarda compartilhada. Autor de vários artigos da área da temática das crianças, e do livro “A família das Crianças na Separação dos pais: A Guarda Compartilhada. Lisboa: Petrony”, 2016, e capítulos em livros: (2017) – As Responsabilidades Parentais: A Reconstrução da Família das Crianças na Separação dos Pais. In XAREPE, Fátima; COSTA, Isabel; MORGADO, Maria do Rosário (Coordenadora) – O risco e o perigo na criança e na família. Lisboa: Pactor. ISBN: 978-989-693-061-5. Cap. 13, pp. 161-178; (2017) – A residência alternada: o direito das crianças à sua família no processo de regulação das responsabilidades parentais. In AAVV – Uma família parental, duas casas. Residência alternada – dinâmicas e práticas sociais. ISBN: 978-972-618-872-8. Cap. 9, pp. 173-189.

  • Joaquim Manuel da Silva, nascido a 29-05-1961.
  • Licenciado em Filosofia (1981-1985), com média de 13 valores.
  • Licenciado em Direito (1991-1996), com média de 15 valores.
  • Mestre em Ciência Jurídicas-Civilísticas, aprovado no dia 1-2-2016 com 18 valores. Dissertação: A Família das Crianças da Separação dos Pais: A Guarda Compartilhada, o Conflito e o Abandono Parental.
  • A efetuar preparação de relatório para admissão como Doutorando, investigação para dispensa da parte curricular, com a tese “Justiça Restaurativa na Jurisdição de Família e Crianças”.
  • Trabalhou entre 1980 e 1998 na multinacional alemã, Hoechst Portuguesa, SA, da área química e farmacêutica, tendo estado os últimos 10 anos nos Recursos Humanos, Chefe de Serviços. Professor do Ensino secundário, disciplina de filosofia, nos anos de 1990-1991.
  • Advogado entre 1997-1999.
  • Juiz de direito desde 1999, e desde setembro de 2005 na área especializada de Família e Menores, colocado desde 1-1-2017 no Juízo de Família e Menores de Mafra, Comarca de Lisboa Oeste.
  • Tem frequentado formação profissional anual variada na área onde trabalha.
  • Orador nos últimos 6 anos em conferências, particularmente nas áreas Tutelar Educativa, Promoção e Proteção e das Responsabilidades Parentais, designadamente sobre a guarda compartilhada.
  • Coorganizador e palestrante no I Congresso de Justiça Restaurativa de Família e Menores realizado no Palácio Nacional de Mafra em 30 e 31 de outubro de 2017, com 530 participantes.

PALESTRA

Justiça restaurativa na família e menores e constelações familiares

Abordaremos a importância da justiça restaurativa como caminho para uma transformação dos pais, devolvendo a família às crianças com pais separados. Notas sobre a terapia com recurso a constelações familiares.