Espanha

Eva Clemente Sanchez

Constelações
Facilitadora de processos de transformação: pessoas, equipas e organizações.

Palestras

[Dia 3]
16.30 pm - 17.30 pm
Theme: Constelações (Sala 3)

BIOGRAFIA

A empresa do amor

É uma empresa? É amor? É uma família? O que é?

A introdução deste conceito, empresa do amor, no trabalho de casal é muito inovador; traz um olhar muito construtivo para o futuro do casal.

É uma maneira diferente de olhar para as relações de casal, para o sistema familiar atual, para o amor e para cada sócio em particular.

Desde este olhar, incluo também o trabalho das constelações organizacionais, onde esse sistema organizacional procura sobreviver e atingir uns objetivos, onde a rentabilidade está presente e onde também há espaço para o amor.

Esta proposta tem uma boa parte transgressora, por um lado a frieza de falar de empresa pode dar um certo “reparo” e, por outro lado, esta nova e inovadora maneira de olhar para os casais e para a família traz resultados fabulosos, dando um grande impulso potenciador de bem-estar.

Sócios – Fundadores – Projetos – Emoções – Tarefas – Toma de Decisões e Equilíbrio onde ganhas tu, ganho eu, ganham os projetos e ganha o sistema.

As empresas contam com diferentes etapas de desenvolvimento, assim como, as famílias.

Como ser sócios adaptados às contínuas mudanças e necessidades do próprio sistema familiar, da tua própria empresa do amor?

PALESTRA

Constelações de saúde

  • Entender a doença é compreender a vida.
  • É um processo biopsicológico. Não vem ao acaso!
  • Os sintomas são a manifestação, em nível consciente, de um fenómeno inconsciente.
  • A integração das Constelações Sistémicas de Bert Helliguer e a Nova Medicina de Ryke, Geerd, Hamer, por Brigitte Champetier de Ribes, traz um olhar quântico para a saúde e para a doença, descortinando o funcionamento humano nas suas adaptações para a sobrevivência. É a realidade superando a ficção!
  • Para Hamer, a doença é um programa de sobrevivência das espécies e do indivíduo e, para Hellinguer, um movimento do espírito para curar a consciência familiar levando o indivíduo a reconciliação com aqueles excluídos do seu clã.
  • Adoecemos porque nossa neurofisiologia é congruente com a nossa incongruência!
  • A doença é um compromisso que assumimos para reconciliar o que não ficou organizado no passado. É como um carteiro que nos traz a carta que precisa ser lida.
  • O homem está doente porque lhe falta a unidade. E, curar-se é integrar-se. O doente aceita e acredita na cura e o “curador” deve se integrar e acreditar na possibilidade.
  • A doença não é uma maldição, mas uma proposta de solução. E, uma vez decifrada, é um grito da alma nos chamando para a vida; um guia para sairmos do labirinto da falta de amor, do não aceitar a vida como ela é, do não saber lidar com as coisas que se mostram.