Brasil

Fernando Cattelan Cordeiro

Direito Sistémico
Advogado em São Paulo, licenciado em Direito pela Universidade de São Paulo (1999) com inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil e Ordem dos Advogados Portugueses

Palestras

[Dia 3 ]
12.00 am - 13.00 pm
Theme: Direito Sistémico (Auditório)
[Dia 3]
14.30 pm - 16.30 pm
Theme: Direito Sistémico (Sala 2)

BIOGRAFIA

  • Advogado em São Paulo, licenciado em Direito pela Universidade de São Paulo (1999) com inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil.
  • Licenciado também em Relações Internacionais, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999).
  • Mestre em Ciências Sociais (Relações Internacionais), pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2004).
  • Pós-Graduado em Direito Sistémico pela Hellinger Schule / Faculdade Innovare (2018).
  • Pós-Graduando em Constelações Familiares pela Hellinger Schule / Faculdade Innovare.
  • É desde 2017, Presidente da Comissão de Direito Sistémico na Ordem dos Advogados do Brasil/São Paulo – Subseção do Tatuapé.
  • Foi coorganizador do I Encontro de Direito Sistémico na Faculdade de Direito de Lisboa em 2018 e do I curso de direito sistémico facilitado pelo Juiz Sami Storch, em 2019, em Portugal.
  • Palestrante em universidades brasileiras e em eventos de direito sistémico na OAB Brasil e desde 2018 que facilita workshops de direito sistémico nos dois países, Brasil e Portugal.

PALESTRA

A prática da advocacia à luz do direito sistémico

Atualmente, temos observado que muitos advogados têm se sentido insatisfeitos com o seu trabalho e com a visão que a sociedade tem em relação ao seu papel de gestor de conflitos.

A rotina diária do profissional é stressante: tribunais que não conseguem dar conta das demandas que a cada dia surgem aos milhares e clientes que exigem uma resposta rápida a sua demanda. E o advogado, acreditando não poder atender satisfatoriamente aos casos, padece com constantes frustrações e enfermidades.

Neste mesmo contexto, por diversas vezes, fica evidente que uma sentença judicial não põe fim ao conflito, já que é comum o cliente retornar ao escritório para que sejam propostas novas demandas que possuem conexão com a contenda inicial, mesmo depois de ter o seu pedido inicial satisfeito.

Assim, um dos possíveis caminhos que pode ser adotado pelos advogados é adotar um olhar sistémico perante o conflito, que possibilita o seu cliente a pôr um fim definitivo à demanda.

O advogado pode se valer do direito sistémico que segundo a definição do seu criador, o juiz brasileiro Sami Storch, é a análise do Direito sob uma perspectiva baseada na abordagem de cunho filosófico de Bert Hellinger, que conduz os seus clientes a uma solução e que traz paz e equilíbrio para todo o sistema, seja familiar, organizacional ou qualquer outro sistema pelo qual pertencem. Nesse sentido, o direito sistémico não é um novo ramo do direito, mas sim, abre um caminho para que o jurista possa ter um olhar sistémico não somente para qualquer área do direito.

Faço, por conseguinte, um convite a todos para participarem da conferência “A prática da advocacia à luz do Direito Sistémico”, em que trilharemos as possibilidades que estes profissionais do Direito têm de trabalhar para conduzir os seus clientes a novas possibilidades de solucionarem as suas questões neste campo.